O dia V, o dia daqueles que teóricamnete se encontram apaixonados por um dia, passar o dia com a pessoa que temos ao nosso lado.
Será o dia um estigma dos solteiros?
Ou podem os solteiros comemorar esse dia?
A pessoa ao nosso lado? O amigo, a amiga, os namoros de sempre, aqueles que mesmo na pior das situações nos amam incondicionalmente, que nos ligam só para dizer, oi estou aqui! Esses nossos namorados(as) de sempre, que nos ajudam, que por tudo nos confortam, nos alegram e nos fazem chorar.
Estigmas á parte é um dia de despesas, ter de dar uma prenda apenas nesse dia, ir jantar fora, preparar algo especial, porque não ter a inspiração de comemorar um dia por semana como o dia de S. Valentim.
Fazer uma surpresa num dia que de nada tem de surpreendente, já é espectável, um dia em que o significado da prenda, do inesperado se perde com o capitalismo, com o monopólio comercial que o rodeia.
Porque não juntar parte do capital gasto num dia e dividi-lo por vários, fazer a mais pequena surpresa do dia a dia, um beijo especial, um sorriso, uma flor que podias apanhar no jardim do vizinho do lado.
Porquê num dia tentar fazer o que muito provavelmente não fizeste o ano inteiro, altera o espírito do dia V e faz dele o teu espírito diário.
Para todos aqueles que vivem numa cidade cheia de novidades, de cor e de cheiros...
sábado, 14 de fevereiro de 2009
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